Mas sim na capacidade de adaptação.
Os estoicos falavam sobre isso há mais de 2 mil anos. O estoicismo é sobre entender o que você controla, agir com disciplina e não desperdiçar energia tentando lutar contra aquilo que não depende de você.
No franchising, isso faz muito sentido.
A economia muda.
O comportamento do consumidor muda.
Os canais de venda mudam.
A tecnologia muda.
O perfil do franqueado muda.
As redes que sobrevivem não são as mais rígidas.
São as que conseguem evoluir sem perder sua essência. Vejo muitas redes tentando controlar tudo e desenvolver tudo dentro de casa, como se o mercado fosse permanecer igual pelos próximos 10 anos.
Não vai. Em apenas 8 anos que estou no franchising, ele já se transformou muitas vezes.
As melhores redes que conheço (entre nossos +150 clientes na Yungas) têm algo em comum: escutam, aprendem e ajustam rápido.
ELAS FOCAM NO CORE BUSINESS!!!
Sem ego.
Sem apego ao “sempre foi assim”.
Sem transformar processos antigos em religião.
Marco Aurélio escreveu:
“A impedimento à ação avança a ação. O que fica no caminho se torna o caminho.”
No franchising isso é muito real.
Crises podem fortalecer uma rede. É na dificuldade que encontramos soluções inovadoras. Conflitos podem melhorar processos. Franqueados mais exigentes elevam o nível da sua operação.
Desde que a rede tenha maturidade para evoluir.
Agora na era da IA, mais do que nunca, o futuro do franchising pertencerá menos às redes que querem “fazer” tudo sozinhas, e mais às que se unem aos parceiros certos.. que se adaptam sem perder cultura, excelência e direção.